Olá amigos do ENGENHO DO BREJO PARAIBANO, estou postando aqui uma histórica foto do Velho Engenho Santa Izabel localizado ao lado da rodovia PB-079 que liga os municípos de Areia a Alagoa Grande, a cerca de 4,6 Km do centro de Areia. A foto foi provavelmente tirada em meados dos anos cinquenta, e mostra em toda a sua plenitude nos momentos áureos deste engenho. Infelizmente este engenho foi desativado e parte de sua fábrica demolida, restando apenas algumas dependências transformadas em moradia e curral, do que foi um dos maiores engenho de todo o Brejo Paraibano, pelo seu porte e sua importância histórica e econômica para a região. Confira a bela foto abaixo:
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
Foto Antiga do Engenho Santa Izabel - Areia
Foto Antiga do Engenho Olho d'Água - Alagoa Nova
Olá amigos. Estou postando agora uma bela e significativa foto do pitoresco Engenho Olho d'Água localizado a cerca de 1 Km do centro da cidade de Alagoa Nova. A foto foi provavelmente tirada no início dos anos oitenta, e mostra o engenho ainda em atividade, já que pode-se notar restos da "bagaceira" espalhadas pelo terreno em torno do engenho. Engenho este que deu origem a cidade de Alagoa Nova, já que segundo historiadores tem mais de 200 anos de existência. Sua pitoresca casa-grande segue a linha dos antigos engenhos construídos com tijolos largos, base de pedra, untados com caliça e revestidos por cal. Foi desativado há muitos anos, provavelmente nos anos noventa. Confira abaixo a foto histórica:
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Foto Antiga do Engenho Ipueira Grande - Areia
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Fotos Antigas do Engenho Brejinho - Alagoa Grande
Olá amigos do ENGENHOS DO BREJO PARAIBANO. Nesta nova postagem trago aqui fotos antigas do secular Engenho Brejinho em Alagoa Grande. Visitei em fevereiro este engenho, que infelizmente estava desativado e seu banguê em ruínas, mas em 1979 o engenho foi visitado pelo Professor e blogueiro Alberto Nasiasene. Na ocasião o engenho também estava desativado, ou seja, em "fogo morto" e fazia parte da Usina Tanques, também em Alagoa Grande, fabricante de álcool e açúcar, mas os engenho ainda estava em relativo grau de conservação, diferente do quadro encontrado atualmente.
De acordo do Alberto Nasiasene, sobre a pitoresca e histórica Casa Grande do engenho ele escreve da seguinte maneira no seu site, http://www.semeandohistoria.com:
"Casa Grande do Engenho Brejinho. Esta
casa-grande, como vemos através de suas portas e janelas fechadas,
estava desativada porque pertencia à Usina Tanques. Felizmente a Usina
não mandou demoli-la. Não sabemos se ela era utilizada esporadicamente
como moradia de algum funcionário ou pelos próprios donos da Usina
Tanques. O que vemos claramente através da fotografia é que ela está
fechada e que há indícios de uma pequena reforma por causa das telhas
que estão enfileiradas em baixo do alpendre. Os alpendres, que são
diferentes de varandas, são uma influência da arquitetura da Índia que
os portugueses trouxeram para o Brasil, de acordo com Gilberto Freyre.
Esta era uma forma bastante adequada de amenizar o calor tropical do sol
forte batendo diretamente sobre as paredes das casas que os portugueses
introduziram em terras brasileiras por causa de suas colônias do
Oriente. As telhas do alpendre, que é construído em volta da casa, não
permite que o sol bata diretamente sobre as paredes internas dos cômodos
interiores; o que causa um efeito imediato de refrescamento do clima
interior da residência, tornando a permanência de seus habitantes no
interior da residência bem mais agradável, mesmo durante o verão. É uma
solução arquitetônica que era de origem indiana e foi introduzida no
Brasil. A diferença face à varanda é a de que uma varanda fica entre
dois cômodos e constituí uma reentrância da casa que é aberta para o
exterior; enquanto o alpendre não é uma reentrância existente entre dois
cômodos da casa, mas acompanha externamente as paredes da casa,
protegendo-a do sol e da chuva. Os alpendres são muito comuns no
Nordeste, não só nas antigas casas-grandes senhoriais de engenho ou
fazendas, mas em habitações comuns do povo. Os chamados alpendres da
casa bandeirista, em terras paulistas, ao contrário, são varandas,
porque ficam exatamente entre dois cômodos da casa: o quarto de hóspedes
e a capela."
Também o Professor escreveu o seguinte comentário sobre o Engenho Brejinho:
"Engenho Brejinho pertencente à Usina
Tanques. A competição com as usinas foi, aos poucos, como já vimos,
eliminando os concorrentes menos aparelhados e preparados para a
concorrência desigual com as usinas de açúcar, muito melhor aparelhadas e
modernizadas para a conquista dos mercados nacionais e internacionais
do açúcar. Este engenho foi comprado pela Usina Tanques e desativado. O
que a usina queria e conseguia, através destas compras de engenhos
falidos, era mais terras onde podia estender e unificar os seus
canaviais, aumentando a sua produção".
Infelizmente este foi o quadro em que diversos engenhos do Brejo Paraibano se encontraram na época, quando as grandes empresas compraram terras e complexo destes seculares engenhos. Estes por sua vez não tinha como concorrer com estas grande Usinas, e diversos engenhos foram desativados em seguida. Atualmente todas as Usinas de Álcool e Açucar do Brejo Paraibano foram desativadas, e duas delas (Usina Santa Maria em Areia e Tanques em Alagoa Grande), estão em ruínas, não lembrando em nada os tempos áureos de outrora. Confira abaixo as fotos de Alberto Nasiasene em 1979:
Casa Grande do Engenho Brejinho em 1979
O antigo Banguê do engenho ainda de pé
Tachos no interior do banguê do engenho
terça-feira, 11 de junho de 2013
Fotos Antigas do Engenho Nossa Senhora das Graças - Areia
Olá amigos estou postando fotos antigas do Engenho Nossa Senhora das Graças (antigo Engenho buraco), no município de Areia. As fotos foram tiradas em 1991 pelo Escritor e Pesquisador renomado Antônio Augusto de Almeida, no seu aclamado livro, "Brejo Paraibano: contribuição para o inventário do patrimônio cultural. João Pessoa: Museu do Brejo Paraibano, 1994." São fotos importantes deste histórico Engenho que nasceu o Primeiro Arcebispo da Paraíba em 1914, Dom Adauto Aurélio de miranda Henriques em 30 de agosto de 1855. as fotos ainda trazem o engenho em atividade, porém com indícios de decadência. A Pitoresca Casa Grande guardava as características originais do século XIX, sem as intervenções recentes em sua estrutura. O Banguê do engenho continuava em pé, diferente da situação atual, quase que totalmente retalhado. Confira estas históricas fotos abaixo:
A pitoresca Casa Grande
O copiar à direita.
O banguê, com sua estrutura chamada "asa caída".
Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques
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